Once a time...
Era uma vez... afinal toda epopéia transcendental q se preze tem um começo... o meu é default, padrão, me rendo ao sucesso fácil desse lance de "Era uma vez", pois tem uma aprovação pueril, faz história desde as nossas primeiras histórias, nem q não nos lembremos delas, mas lembramos desse impavido colosso: Era uma vez!!!
Parei para pensar nessa pequena frase... se em alguma vez, algo sempre acontecesse, por que catzo muitas vezes nossos dias parecem iguais, parece que há uma monotonia em alguns momentos e histórias da carrocinha (juro que ouvi isso na semana passada de uma pessoa pós-graduada) com príncipes, princesas, banquetes, finais sempre felizes... Por quê essas coisas custam tanto a acontecer com a gente? Vamos somando momentos de cerveja e risadas até baratas ou uma paquera que não frutifica nada no campo das emoções, não acrescenta, não tem futuro... Que droga! Descartado o "Era uma vez".
Na verdade, como o que eu tenho é muito importante, colossal, fantástico, altamente impressionante... merece um início retumbante, impactante, fértil... algo como... ONCE A TIME! isso!!! Once a Time!!! Nada melhor que uma expressão símbolo da flácia hollyhoodiana para iniciar um best-seller... tá, não será vendido, esse blog é público, qualquer besteira ou qualquer genialidade, como as que escrevo.
Na verdade, com uma triunfal e colossal introdução dessas, nem preciso descrever toda a alucinante história que se seguiria após esse intróito, só pela amostragem, você, caro leitor, simplesmente terá um orgasmo literário ao se deparar com essa amostra desse parimento literário...
Portanto, relez mortal, ponha-se em pé e me aplauda!!!!
Vamos ao início... abrem-se as cortinas, rufam os tambores e em meio aos apupos, declaro:
ONCE A TIME!!!!!!!!!

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